O Quinto Império

O repositório do Império do Espírito

Um império
sem território.
Uma constelação.

Desde o século XII, profetas, poetas e filósofos pensam o mesmo sonho a partir de Portugal — um reino do Espírito que é de todos. Cada um é uma estrela; este portal é o céu que as liga.

Agostinho da SilvaAntónio QuadrosGonçalo Anes BandarraLuís de CamõesDalila Pereira da CostaEduardo LourençoJoaquim de FioreJaime CortesãoLima de FreitasManuel J. GandraTeixeira de PascoaesFernando PessoaRaul LealRené GuénonSampaio BrunoSophia de Mello BreynerPadre António Vieira

O que é

O quinto, depois de todos os impérios da matéria. Um Império de Integração.

O Quinto Império é a ideia — com raízes proféticas e místicas no século XII — de um último reino universal que sucede aos impérios da matéria: o Império do Espírito Santo, cumprido por cultura, língua e fraternidade, não por conquista.

O mito tem duas faces da mesma moeda: o sebastianismo, a sua versão erudita, e as festas do Império do Espírito Santo, a sua versão popular. E não é de Portugal — é do mundo, através de Portugal.

É uma síntese entre espiritualidade, filosofia, ciência e cultura — conhecimento que se funde em vez de se dividir. Aqui encontras o mapa completo: quem pensou o quê, quando, e por onde começar a ler.

O caminho do mito

Três vozes, um mistério

O destino é o regresso ao Paraíso perdido: a reintegração dos seres, a Fraternidade Universal.

A pátria

«Minha pátria é a língua portuguesa.»
Bernardo Soares · «Livro do Desassossego»

É nela que o império se cumpre: uma pátria sem mapa, aberta a todos os que a falam.

«O Quinto Império não é o que vem depois dos outros: é o que ainda nos falta cumprir.»
palavras desta casa · continua nos ensaios →

E hoje?

O Quinto Império é acção.

Ser espiritual no século XXI é trazer a espiritualidade para a materialidade — ser gente de acção.

O agir ético é o fruto espontâneo da consciência mística: onde falta a raiz vertical, não se expandem os ramos horizontais. O auto-conhecimento é a raiz de toda a auto-realização.

Uma espiritualidade cósmica, sem dogmas que aprisionem — de todos, todos, todos. E começa em quem lê: é a Hora.